quinta-feira, 15 de outubro de 2009

a longevidade pode ser preocupante.

Mudam-se os tempos. Na sociedade atual de cunho básico capitalista, a idade é de importante valia, já que a produção e o lucro são os principais objetivos a serem conquistados. A população se equilibra no dinheiro, nas ações bancárias e no capital investido. O trabalho é o que sustenta a economia e, de acordo com os conceitos estabelecidos pelas empresas, a idade é um importante fator contribuinte para a conquista do disputado emprego. Então, é lucro envelhecer?

Mudam-se as vontades. Mesmo com o crescimento contínuo da população idosa, a discriminação persiste em acontecer. A sociedade trata os idosos como incapacitados e inúteis, o que abre espaço para a desvalorização dos mesmos. Então, tem-se a fusão de objetivos e problemas: obtenção de lucro, avanço tecnológico e o vasto preconceito da população com o aumento da taxa de idosos na sociedade. Com isso surge a idéia do “não envelhecimento”, favorecendo ao avanço das tecnologias estéticas e assim a prática de cirurgias, como a plástica, o botox, por exemplo, na simples tentativa da estabilidade estética.

Velhice não é sinônimo de incapacidade. O idoso tem o direito de possuir seus direitos estabelecidos e, principalmente respeitados pela população, pelo Estado e pela justiça. O idoso também é um cidadão.

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